SOBRE
RAFIC FARAH

Rafic Jorge Farah nasceu na cidade de São Paulo em 1948. Aos vinte anos ingressa no curso de arquitetura da FAUUSP. Ainda na escola, escreve o romance As Aventuras do Capitão Bandeira, o qual mais tarde (1983) desenvolve em forma de HQ com Paulo Caruso.

Em 1979 abre o estúdio São Paulo Criação, que conduz até hoje, realizando projetos de comunicação utilizando diversos meios: arte e design gráfico, design editorial, filmes, roteiros, fotografia e textos. Desenvolve também design de mobiliário, design de objetos e arquitetura. Sua primeira obra de arquitetura edificada – a residência unifamiliar da Rua Pombal, em São Paulo (2004) – é destacada na premiação da 6ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo (2005).

Rafic, seus colaboradores e assistentes criaram inúmeras marcas que fazem parte da memória visual cotidiana brasileira (restaurantes como Arábia, América, Spot, o Museu da Língua Portuguesa, a Revista Trip, as lojas de moda feminina Fit, Lucy in the Sky, a loja de calçados e moda Sidewalk, a marca de condimentos Júnior, o centro de debates Casa do Saber, a lendária danceteria Radar Tantã, o antigo cinema HSBC Belas Artes – entre muitas.

O estúdio São Paulo Criação é conhecido também por seus projetos gráficos editoriais, dentre eles as revistas Around, Circuit, Trip, Tpm, Mitsubishi, Caros Amigos, os livros e relatórios para marcas como a Natura Cosméticos, a Mitsubishi Motors do Brasil, Ipanema Investimentos, catálogos de moda de marcas como Viva Vida e Mandi, Zoomp – entre tantas. Para o designer de móveis Carlos Motta – ao lado de Paulo Lima – foi concebida a publicação Carlos Motta e a vida (2010) e Carlos Motta (2004). Para o jornal O Estado de São Paulo, Retrato de uma Redação (2002).

Em 2000 publica pela editora Cosac Naify o livro síntese de sua obra à frente do estúdio – Como Vi – O design de Rafic Farah – publicação hoje referência no mercado editorial de livros de arte nacionais.

No Prêmio Design do Museu da Casa Brasileira de São Paulo recebeu em 2013 o primeiro prêmio na categoria mobiliário com o banco Osso concebido com o Otávio Coelho com quem trabalha desde 2010 no desenvolvimento da linha Brasil 66 lançada no Brasil em 2013 pela loja de design brasileiro Dpot e a ser lançada nos Estados Unidos pela loja Espasso (Nova Iorque, Los Angeles e Londres) e na França pela Objekto (Paris). Recebeu também o primeiro prêmio na categoria equipamentos domésticos – projetos com a luminária Finestra (3ª edição do prêmio, 1988).

Nos últimos anos passa a exercer também a atividade de consultor de marcas ao criar estratégias para marcas existentes ou novas se colocarem no mercado.

É um dos fundadores e Diretor de Comunicação da Escola da Cidade, coordenando também a cadeira de Desenho, e cadeira de Debates sobre Cultura Brasileira.

 

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