VIVAVIDA
1995

Viva! é uma celebração, uma saudação. Neste caso, associada a própria palavra Vida, se reforçam e adquirem vários sentidos. Portanto, e para tanto, as letras são bem construídas e sólidas, para fazer jus à força do nome muito feliz. O segundo gesto foi de unir Viva e Vida, formando uma única palavra. Ficaria assim, melhor caracterizada como marca. Nada além do necessário, franca, despojada; elegante por ser exata e exata por ser elegante.

O vídeo é o making of do desfile da grife, de 1995.

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Realizamos o catálogo e filme comercial da grife em celebração ao tratado de paz recém-iniciado entre Yasser Arafat e Ytzshak Rabin. Uma das mais emocionantes aventuras da minha vida e, tenho certeza, também de meu amigo Bob Wolfenson. Formávamos uma pequena delegação de profissionais: Nardi Davidsohn e sua irmã Zelana; Feco Hamburger, assistente do Bob; Jacob Solitrenick como cenografista; o maquiador Marco de Barros; a modelo Chiara Gadaleta; e o produtor tunisiano Stephane Haddad. Nesse catálogo, Carlos Nader escreve um artigo no qual cita um discurso do então presidente Anwar Sadat no parlamento de Israel: "Acreditamos em Deus que foi revelado por nós, e que foi revelado para Abrahão e Ismael e Isaac e Jacó, as tribos, e que Moisés e Jesus receberam, e que os profetas receberam do seu senhor. Não fazemos distinções entre nenhum deles, e para Ele nós nos entregamos." (citação do Corão) Carlos ressalta que as três religiões - islamismo, cristianismo e judaísmo - têm a mesma origem.
VIVAVIDA
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